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Notícia - 25/05/16 - Alimentos que podem prevenir a osteoporose 25/05/16 - Alimentos que podem prevenir a osteoporose

A osteoporose é uma doença caracterizada pela redução da massa óssea e porosidade do osso que levam ao aumento da fragilidade óssea e maior suscetibilidade a fraturas.

A nutricionista Clarissa Fujiwara explica que o osso, ao contrário do senso comum, é um tecido vivo e em constante transformação pela remodelação óssea que, essencialmente, envolve os processos de reabsorção de osso e formação de osso.

Basicamente, o ciclo de remodelação óssea é considerado normal quando os osteoclastos, células que realizam a reabsorção do osso existente, e os osteoblastos, que atuam contrariamente formando osso novo, estão trabalhando em equilíbrio. Quando a atividade dos osteoclastos, no entanto, predomina sobre a dos osteoblastos, ocorre o processo de perda da massa óssea.

São diversos os fatores de risco envolvidos no desenvolvimento da osteoporose. Dentre estes fatores está o envelhecimento, tabagismo, inatividade física, uso de medicamentos (como glicocorticóides), doenças endócrinas, além de fatores genéticos, por exemplo.

Os estrogênios, chamados de hormônios femininos, consistem num grande protetor dos ossos. Por este motivo, as mulheres até a menopausa apresentam vantagem em relação aos homens no que se refere à saúde óssea. No entanto, com a queda significativa no nível de estrogênios que ocorre na menopausa, a mulher perde essa proteção natural e apresenta alteração no ciclo de remodelação óssea e, com a acelerada reabsorção, a chance de ocorrerem fraturas aumenta consideravelmente. Portanto, as mulheres pós-menopausa se tornam grupo de risco potencial à osteoporose e requerem atenção especial nos cuidados com a saúde óssea.

A osteoporose é considerada uma doença silenciosa uma vez que progride lentamente e seus sintomas podem ser pouco manifestados. Além disso, muitas vezes os indivíduos acometidos pela doença podem não associar seus sintomas à condição. Uma pessoa com osteoporose ao sofrer uma fratura em virtude de uma queda, por exemplo, pode não associar este acontecimento à maior fragilidade óssea decorrente da doença.

O progresso silencioso característico da doença acaba por ser desvantajoso para o tratamento precoce, já que a maioria dos pacientes é diagnosticada quando existe grande comprometimento da resistência dos ossos e não durante a fase inicial, momento em que as intervenções demonstram maior eficácia para impedir sua evolução.

Se a doença foi diagnosticada, é fundamental a investigação para identificação de sua causa com o objetivo de controlar fatores como uso de determinadas medicações ou distúrbios endócrinos a fim de melhorar a condição óssea. Contudo, para a maioria das pessoas é essencial atentar aos fatores que podem prevenir a osteoporose. "Fundamentalmente, é preciso evitar o tabagismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas e, principalmente, cuidar da alimentação para que forneça o aporte adequado de nutrientes que atuarão conjuntamente favorecendo a saúde óssea, praticar exercícios físicos regularmente e obter vitamina D suficiente, principalmente pela exposição solar", diz Clarissa.

Dentre os principais fatores nutricionais para a prevenção da osteoporose estão:

Cálcio: É o mineral presente em maior abundância no organismo. Desde o crescimento intrauterino até a formação completa do esqueleto ocorre o acúmulo de cálcio pelo organismo, momento em que é atingido o pico de massa óssea. Esta quantidade máxima tende a persistir até ao redor da terceira a quarta década da vida, quando então ocorre a perda pelo envelhecimento. Atingir as necessidades diárias de ingestão de cálcio, que variam conforme o período de vida é de extrema importância, visando atingir maior pico de massa óssea. Fazendo um paralelo, é como se fosse uma conta bancária: quanto maior a poupança de cálcio o indivíduo preparou para o envelhecimento, menor será a sua suscetibilidade a fraturas no futuro.

Onde encontrá-lo? Na alimentação brasileira, principalmente no leite e derivados, além de vegetais verde-escuros (como couve manteiga, agrião), brócolis, frutas secas (como o figo), peixes (a exemplo do salmão e sardinha com espinha), semente de gergelim e tofu (alimento derivado da soja).

Para melhor aproveitamento do cálcio pelo organismo, deve-se evitar a ingestão concomitante e em excesso de alimentos fontes de ácido oxálico, que diminuem sua absorção. O espinafre, apesar de apresentar quantidade considerável de cálcio, pode ter seu aproveitamento diminuído pelo ácido oxálico.

Fósforo: Em níveis adequados, mantém em equilíbrio os processos de formação e reabsorção dos ossos. Contudo, a ingestão excessiva de fósforo pode ser prejudicial ao osso, pois para o contrabalanço do seu alto nível no sangue, são estimuladas vias que levam ao aumento da reabsorção óssea.

Onde encontrá-lo? Em alimentos de origem animal, como laticínios, carnes, peixes e ovos, bem como vegetais, a exemplo dos cereais integrais, feijões e oleaginosas.

Vitamina D: É indispensável, por exemplo, para o equilíbrio mineral de cálcio e de fósforo no organismo através do estímulo da absorção de cálcio pela mucosa intestinal, regulação da reabsorção óssea e excreção pelos rins.

Onde encontrá-la? A principal forma de obtenção de vitamina D ocorre através da exposição da pele aos raios solares ultravioleta, que estimula a conversão da vitamina D em sua forma ativa. Pela alimentação, a vitamina D - que é solúvel em gorduras - está presente naturalmente em peixes de águas frias como salmão, atum, sardinha e cavalinha, no óleo de fígado, gema de ovo, bem como na gordura de leites e derivados. Atualmente, existem diversas opções disponíveis no mercado de produtos enriquecidos com este nutriente, como leites e iogurtes nas versões com baixo teor de gordura, assim como bebidas à base de soja.

Magnésio: O magnésio é um elemento presente em pequenas quantidades no organismo e possui funções importantes, como contribuir ao funcionamento normal das glândulas paratireóides, que produzem hormônios essenciais à saúde dos ossos. A carência de magnésio leva ao desequilíbrio do cálcio no organismo, gerando a hipocalcemia (redução dos seus níveis no sangue).

Onde encontrá-lo? O magnésio encontra-se numa grande variedade de alimentos. Os mais ricos são os vegetais folhosos, legumes, frutos do mar, oleaginosas (amêndoas, nozes e castanhas), cereais integrais e laticínios.

Zinco: O zinco promove a formação óssea e desempenha papel importante na diminuição da reabsorção do osso. Durante a fase de crescimento, por exemplo, a deficiência de zinco compromete o acúmulo e pico de massa óssea.

Onde encontrá-lo? Os alimentos que mais contribuem no aporte diário de zinco, são as carnes vermelhas, o frango, além de peixes e laticínios. O zinco também pode ser obtido através de feijões, cereais integrais, tubérculos e legumes.

Sódio: O sódio, cuja principal fonte é o sal de cozinha, pode acarretar em prejuízos para a saúde óssea se consumido em excesso, induz a seu contrabalanço pelos rins e pode elevar a excreção de cálcio pela urina.

Cafeína: Existem alguns estudos que correlacionam também o consumo excessivo de cafeína com o aumento na excreção de cálcio através dos rins. A recomendação, sobretudo para as pessoas que já apresentam perda de massa óssea é evitar a ingestão de grandes quantidades de alimentos ricos em cafeína, como o café, refrigerantes à base de cola e alguns chás (mate, preto e verde, por exemplo).

Embora ainda controversa, há diversos estudos que associam o consumo de refrigerantes, principalmente aqueles à base de cola com redução da densidade mineral óssea. Isso pode decorrer da presença de ácido fosfórico, substância usada como acidulante nessas bebidas que poderia contribuir para o aumento de fósforo no organismo, além da presença de cafeína.

"A alimentação equilibrada é um dos pilares na prevenção contra a osteoporose. Porém, para que todos estes nutrientes sejam aproveitados pelo organismo é necessário que o intestino também esteja apto para absorvê-los adequadamente. Muitas vezes é necessário cuidar paralelamente da saúde intestinal e associar o uso de alimentos ou suplementos prebióticos e probióticos", finaliza Clarissa.

Fonte: Idmed
 
 
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